31 de agosto de 2010

Série - Retratos Cariocas

Nº1 2 3 4 5 6 7 8 9 10 1112 13 14 15 16 17 19 20 21
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Série
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Nº22
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DEGASE - Jovens internadas cumprindo medida socioeducativa.
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Retratos Cariocas é uma série de fragmentos do cotidiano da cidade do Rio captados em imagens nos últimos 6 anos. Em 2004 comecei a fotografar e como parte do exercício de olhar a cidade pela lente de uma câmera registrei algumas das imagens que estou aqui chamando de retratos. Alguns dos cliques eu nunca publiquei em nenhum lugar, primeiro por falta de espaço e segundo por considerar algumas das imagens como sendo apenas um exercício fotográfico.
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O Agitar de Bandeiras

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Hoje numa de minhas idas e vindas pela Avenida Brasil vi um grupo de jovens agitando bandeiras de um candidato de partido.


A cena por um breve instante me fez pensar o quanto seria bom se em época de eleições todos nós fossemos as ruas agitar bandeiras de (partidos / candidatos) que realmente pensam nas bandeiras da política antes de suas próprias bandeiras. Por um breve momento pensei o quanto seria empolgante viver um processo de escolha em tais circunstâncias.


Na verdade os jovens que agitavam as bandeiras eram apenas jovens desempregados que ganhando algum “trocado” para agitar “bandeiras” que eles sequer conhecem quais são.

30 de agosto de 2010

Série - Retratos Cariocas

Nº1 2 3 4 5 6 7 8 9 10 1112 13 14 15 16 17 19 20 
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Série
.........................................Retratos Cariocas........................................
Nº21
.........................................Retratos Cariocas........................................
DEGASE - Jovem internada cumprindo medida socioeducativa.
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Retratos Cariocas é uma série de fragmentos do cotidiano da cidade do Rio captados em imagens nos últimos 6 anos. Em 2004 comecei a fotografar e como parte do exercício de olhar a cidade pela lente de uma câmera registrei algumas das imagens que estou aqui chamando de retratos. Alguns dos cliques eu nunca publiquei em nenhum lugar, primeiro por falta de espaço e segundo por considerar algumas das imagens como sendo apenas um exercício fotográfico.
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29 de agosto de 2010

Primeiro Favela Rock Show

MÚSICA NA MARÉ / Rock

Primeiro Favela Rock. No palco da lona cultural Herbert Vianna a Banda Café Frio.
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24 de agosto de 2010

Documentário - LUTO COMO MÃE

Divulgando

Trailer Oficial


Aonde assistir ?
Estação Botafogo - Rua Voluntários da Pátria, 88, Botafogo, Rio de Janeiro - Tel: (21) 2266 9952

Horário da sessão: 13h30, 15h e 18h30

Ponto Cine - Estrada de Camboatá, 2300, Guadalupe, Rio de Janeiro - Tel: (21) 3106-9995

Horário da sessão: 14h e 18h

Espaço Cinema Nosso - (a partir do dia 27 de agosto) Rua do Resende, 80, Lapa, Rio de Janeiro - Tel: (21) 2505-3300

Horário da sessão: 14h e 18h

Agende sessões especiais com debates através do número: (21) 2505-3311

Saiba mais

Site Oficial:http://www.lutocomomae.com/ - Blog Oficial:http://lutocomomae.blogspot.com/
Twitter Oficial: @lutocomomae

23 de agosto de 2010

Nº1 2 3 4 5 6 7 8 9 10 1112 13 14 15 16 17 19
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Série
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Nº20
.........................................Retratos Cariocas........................................
Cantadores de viola na feira de São Cristóvão.
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Retratos Cariocas é uma série de fragmentos do cotidiano da cidade do Rio captados em imagens nos últimos 6 anos. Em 2004 comecei a fotografar e como parte do exercício de olhar a cidade pela lente de uma câmera registrei algumas das imagens que estou aqui chamando de retratos. Alguns dos cliques eu nunca publiquei em nenhum lugar, primeiro por falta de espaço e segundo por considerar algumas das imagens como sendo apenas um exercício fotográfico.
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21 de agosto de 2010

Saúde e a “coisa pública”


Foto: Francisco Valdean
Fila no posto Píndaro de Carvalho Rodrigues na Gávea.

Outro dia precisei de uma consulta médica, pensei em ir a um hospital, mas fui desencorajado ao ser informado que no hospital não seria atendido.  A pré-consulta agora é feita nos postos de saúde e dependendo do caso o usuário é encaminhado a um hospital.

Seguindo a orientação fui ao posto comunitário, neste fui atendido num tempo médio de 4 horas. No posto em questão não tinha a especialidade que precisava, então fui encaminhado a outro posto. Com o encaminhamento em mãos segui. Ao chegar no posto onde tinha a especialidade fui informado que o encaminhamento que tinha em mãos não valia nada. Então o jeito foi fazer todo o procedimento pela segunda vez.

Assim fiz e fui atendido num tempo médio de (4/5) horas. Recebi outro encaminhamento, agora o encaminhamento era para o Hospital onde pensei ir pela primeira vez. No hospital apresentei o encaminhamento e então a consulta foi marcada. Daqui um mês volto ao hospital. Espero não ser encaminhado para nenhum outro lugar.

Resumindo
Um atendimento no sistema público de saúde, dependendo da especialidade, o usuário leva em média de 8 a 10 horas dividido em 2 dias e mais 20 ou 30 dias para conseguir ser de fato atendido. O problema, além do serviço prestado, é que um trabalhador que cumpre 8 horas diárias de trabalho não dispõe de tanto tempo assim e provavelmente só vai ao médico se o caso for muito grave. Fica difícil fazer prevenção num cenário assim.

A ideia de um primeiro atendimento nos postos é boa, desafoga os hospitais que passam a receber os casos de emergência. O problema é que a coisa só se burocratizou mais ainda. A sensação é de que não existe qualquer integração do serviço. Penso que nem precisava de encaminhamento para outro posto, o médico podia apenas ter me dito a onde ir, e podia até ter me encaminhado direto ao hospital. O diagnostico contido em ambos os encaminhamentos são parecidos, mesmo sendo um especialista na área e o outro não.  

Os problemas são muitos, nas filas dos postos sobram reclamações dos usuários com o serviço prestado. Ano passado realizei um registro fotográfico em diversos postos de saúde do Rio e ao realizar as imagens muitas pessoas me procuravam pra fazer reclamações do serviço.
 

20 de agosto de 2010

Especial João Roberto Ripper - Parte III



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Outras partes do especial publicado no canal (You Tube) do Ímã Foto Galeria
 





18 de agosto de 2010

Homenagem ao Dia Mundial da Fotografia

Divulgação

16 de agosto de 2010

Série - Retratos Cariocas

Nº1 2 3 4 5 6 7 8 9 10 1112 13 14 15 16 17 18
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Série
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Nº19
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 Crianças na sala de leitura da sede do Jongo da Serrinha.
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Retratos Cariocas é uma série de fragmentos do cotidiano da cidade do Rio captados em imagens nos últimos 6 anos. Em 2004 comecei a fotografar e como parte do exercício de olhar a cidade pela lente de uma câmera registrei algumas das imagens que estou aqui chamando de retratos. Alguns dos cliques eu nunca publiquei em nenhum lugar, primeiro por falta de espaço e segundo por considerar algumas das imagens como sendo apenas um exercício fotográfico.
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12 de agosto de 2010

Maré – Divulgação Cultural

Roteiro do que acontece na Maré
Se você curte fotografia pode visitar a exposição fotográfica “Casinha Daros” na galeria 535 na sede do Observatório de Favelas na rua Teixeira Ribeiro, 535. na comunidade Parque Maré.

Contato: 3105.4599


No morro do Timbau no Museu da Maré, além de exposições permanentes o museu recebe até dia 18 de setembro a exposição.
A Carta da Jamaica

200 anos de independência da América Hispância
Contato do museu da Maré 38686748
Lona Cultural
Herbert Vianna
No dia 14 às 14:00 vai rolar diversas oficinas culturais. A lona fica na comunidade Nova Maré.
Saiba mais no telefone: 3105:6815

11 de agosto de 2010

IMPACTOS

Vídeo sobre os impactos das obras do Pac no conjuntos de favelas do Alemão. O vídeo é uma producao do Coletivo Favela em Foco.


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http://favelaemfoco.wordpress.com/

Série - Retratos Cariocas

Nº1 2 3 4 5 6 7 8 9 10 1112 13 14 15 16 17
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Série
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Nº18
.........................................Retratos Cariocas........................................
 Mulher protestando no grito dos Excluidos de 2009
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Retratos Cariocas é uma série de fragmentos do cotidiano da cidade do Rio captados em imagens nos últimos 6 anos. Em 2004 comecei a fotografar e como parte do exercício de olhar a cidade pela lente de uma câmera registrei algumas das imagens que estou aqui chamando de retratos. Alguns dos cliques eu nunca publiquei em nenhum lugar, primeiro por falta de espaço e segundo por considerar algumas das imagens como sendo apenas um exercício fotográfico.
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Teatro da Maré mostra a força da favela


A Cia Marginal de Teatro, grupo formado por atores-moradores da Maré, maior bairro popular do Rio de Janeiro, realiza ações para democratizar o seu método de trabalho.



Por Marcelo Salles





Tudo escuro. Silêncio absoluto. Uma ponta de cigarro acesa dança, em movimentos cadenciados. Aos poucos, a luz se abre. E rufam os tambores! No centro do palco, surge, vagarosamente, uma pomba-gira. Sentada com seu enorme vestido branco, caprichosamente deitado em círculo, ela balança a cabeça de lado a lado, enquanto fuma e bebe. Ela bate duas palmas e duas ajudantes entram em cena. Mais duas palmas e elas enchem seu copo. De repente, uma pastora evangélica, dessas bem escandalosas, entra no palco. Sua pregação coincide com a saída de cena, lenta e gradual, da pomba-gira. Com os olhos esbugalhados, a pastora grita: “Aceite Jesus no seu coração!” e outras palavras de ordem. A transição se completa. A pomba-gira e suas ajudantes saem completamente de cena, e a pastora conquista, definitivamente, o palco.



O trecho acima está em cartaz com o espetáculo Qual é a nossa cara?, da Cia Marginal de Teatro. Trata-se de uma das muitas histórias de Nova Holanda, uma das dezesseis favelas do Complexo da Maré, conjunto habitacional às margens da Avenida Brasil, no Rio de Janeiro, que reúne mais de 130 mil pessoas. A passagem conta, com beleza e rigor histórico, a substituição das religiões de matriz africana pelas neopentecostais no Rio de Janeiro – processo que muitas vezes expulsou das favelas, com violência, os praticantes de umbanda e candomblé.



A peça conta diversas histórias de Nova Holanda, entrecortadas por depoimentos pessoais dos atores, que são também moradores da Maré. O processo de criação que deu origem ao espetáculo teve como ponto de partida uma pesquisa de campo realizada nesta favela. Durante dois ou três meses os atores entrevistaram alguns dos moradores mais antigos da comunidade até se chegar à formatação das histórias. “Depois, fizemos um processo de seleção e reflexão em cima desse material”, explica a diretora do grupo, Isabel Penoni. “E juntamos histórias de 20, 30 anos atrás, mas que são atualizadas pelos depoimentos dos atores”.



Um deles, o da brilhante atriz Priscilla Andrade, de 24 anos, mostra que esse grupo de teatro não é mais um desses que se proliferam nas favelas pelas mãos de ONGs comprometidas apenas consigo mesmas. Priscilla fala de seu primeiro Fórum Social Mundial, narra a evolução do engajado bloco carnavalesco Se Benze que Dá e lembra de quando moradores fecharam a Avenida Brasil após o assassinato do menino Renan, 3 anos, durante operação policial em 2006. “A gente também faz protesto!”, afirma.




Para ler o texto completo e outras matérias confira a edição de julho da revista Caros Amigos, já nas bancas, ou clique aqui e compre a versão digital da Caros Amigos.

10 de agosto de 2010

Especial João Roberto Ripper - Parte II

 " É essa parceria com as pessoas que me permite conhecer suas histórias e assim vai se conseguir traduzir a realidade", Ripper
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Direção de Egberto Nogueira

9 de agosto de 2010

Especial João Roberto Ripper - Parte I

Acompanhe com a Ímã Foto Galeria, o "Especial João Roberto Ripper - Imagens Humanas". Dividido em 5 partes com Direção de Egberto Nogueira, o especial estará sendo apresentado durante os meses de julho e agosto. A proposta profissional do fotógrafo João Roberto Ripper é colocar a fotografia a serviço dos direitos humanos com o intuito de lutar por essa igualdade. E é essa sensibilidade e desprendimento com seu próprio "ego", que tornam o fotógrafo, um profissional renomado, e admirado não só por críticos de arte, mas pela uma população inteira. É com grande satisfação que a Ímã Foto Galeria apresenta para todos vocês, a Parte I do "Especial João Roberto Ripper - Imagens Humanas".

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Especial João Roberto Ripper - Parte I

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Direção de Egberto Nogueira

7 de agosto de 2010

Lula, Cabral e o menino

Governo que o povo não merece

5 de agosto de 2010

A imagem e o imaginar

Exposição "Casinha Daros"

Texto publicado no site http://www.imagensdopovo.org.br/

Foto: Emerson Silva - Oficinas Observatório de Favelas

Não importa se a câmera é profissional ou automática, se a tecnologia é analógica ou digital. Independente do equipamento, o resultado é algo que agrada a qualquer um que experimente o exercício de fotografar. Mas fotografar com uma câmera confeccionada em lata ou em caixa de papelão é mais do que fotografar, é um ato de capturar o que em alguma medida só se pode imaginar.

O não-controle do enquadramento e da luz guia o fotógrafo por um caminho delicioso de se andar. Um pequeno furinho por onde entra a tinta de luz faz do fotógrafo um pintor de formas retorcidas e destorcidas, um verdadeiro convite ao mundo do imaginar.


Emilaine-Pereira.-Escola-Minas-Gerias

As imagens da exposição “Casinha Daros”, que inaugura no próximo sábado na Galeria 535, é fruto de uma forma muito particular de se capturar imagens, utilizando as câmeras rudimentares confeccionadas pelo próprio fotógrafo momentos antes do registro. A lente é um pequeno furo feito na câmera, geralmente feito com uma agulha. Esta técnica é conhecida como “pin-hole”. A imagem capturada nestas condições tem um “barato”, tem uma mistura de fotografar e de brincar.

Um cuidadoso passeio pelo corredor da galeria faz a gente sentir a sensação do mágico através do exercício de olhar. Nesta forma artesanal de fotografar o não-controle é a matéria prima do artista.

Ricardo dos Santos Soares

Um casarão retorcido, trabalhadores identificáveis, paisagens quase imaginárias é o convite para se olhar, não uma casa e muito menos o trabalhador e sim o que há no interior dos homens e das casas impressos nas imagens.

Serviço: Exposição Casinha Daros – Projeto Pinhole 2010


A exposição terá uma atividade paralela a ser realizada no dia 1º de outubro às 19h, no Ateliê da Imagem, na Urca, dentro do Projeto Sexta Livre. Na ocasião, haverá projeção de imagens pinhole e das ações realizadas no projeto, além de uma roda de conversa com os professores de pinhole do Observatório de Favelas e da Escola Municipal Minas Gerais, junto com a equipe de Arte e Educação da Casa Daros.



Abertura: 07 de agosto de 2010, às 11h

Visitação: até 1º de outubro de 2010

Roda de conversa: dia 07 de agosto de 2010, de 12h às 13h.

Local: Galeria 535, Observatório de Favelas.

Rua Teixeira Ribeiro, 535, Maré, Rio de Janeiro

Cep 21044-251

Telefone: 21.3105.4599

Entrada franca

4 de agosto de 2010

Série - Retratos Cariocas

Nº1 2 3 4 5 6 7 8 9 10 1112 13 14 15 16
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Nº17
 
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Retratos Cariocas é uma série de fragmentos do cotidiano da cidade do Rio captados em imagens nos últimos 6 anos. Em 2004 comecei a fotografar e como parte do exercício de olhar a cidade pela lente de uma câmera registrei algumas das imagens que estou aqui chamando de retratos. Alguns dos cliques eu nunca publiquei em nenhum lugar, primeiro por falta de espaço e segundo por considerar algumas das imagens como sendo apenas um exercício fotográfico.
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3 de agosto de 2010

Maré - Debate Sobre Cotas

Amanhã às 18:30 debate sobre Cotas.

Confira no cartaz abaixo


Saiba mais em: http://ocidadaonline.blogspot.com/