Agenda (Cultura, Diversão ETC) é uma iniciativa do Blog O Cotidiano. A agenda destina-se a divulgação de atividades (Culturais, Diversão, ETC) que ocorrem no bairro Maré.
#Agenda
(Cultura, Diversão ETC)
Exposição
Últimos dias na Galeria 535, Observatório de Favelas, Rua Teixeira Ribeiro, n 535
Contato
3105-4599
3105-4599
Inscrições para a Escola Popular de Comunicação
O Observatório de Favelas abriu inscrições para o processo seletivo da nova turma da Escola Popular de Comunicação Crítica – Espocc. Os interessados devem enviar currículo e carta de apresentação por email ou entregar na sede da instituição, até o dia 10 de novembro.
O Museu da Maré e o DAMARÉ (Projeto de revitalização e recuperação ambiental do canal do Fundão e seu entorno) oferecem oficinas gratuitas para moradores da Maré. O intuito é que as pessoas recebam orientações artísticas e, assim se beneficiem das mais variadas formas.
Opções: Teatro Hip Hop
Ballet Yoga Dança de salão Choro e orquestra Dança do ventre Dança afro Consciência Corporal Artesanato em papel e tecido.
Endereço:
Av.: Guilherme Maxwell, 26 - em frente ao Sesi
Tels.: 3868-6748 e 2561-4604
Maré no Recine
Recine
(Festival de Cinema de Arquivo) que acontece
no Arquivo Nacional entre os dias 25 a 29 de outubro.
No festival será exibido o filme Trabalho e Pão de Fábio Caffé
Sinopse
O que se conhece sobre a Favela da Maré? A partir de projeções de fotografia e filmes dentro da réplica de palafita no Museu da Maré, é mostrada a vida que pulsa cheia de amor, alegria, trabalho e solidariedade na Favela da Maré.
O curta metragem Trabalho e Pão será exibido no dia 28/10 (quinta - feira) a partir de 16:30, dentro da mostra competitiva no auditório do Arquivo Nacional.
Retratos Cariocas é uma série de fragmentos do cotidiano da cidade do Rio captados em imagens nos últimos 6 anos. Em 2004 comecei a fotografar e como parte do exercício de olhar a cidade pela lente de uma câmera registrei algumas das imagens que estou aqui chamando de retratos. Alguns dos cliques eu nunca publiquei em nenhum lugar, primeiro por falta de espaço e segundo por considerar algumas das imagens como sendo apenas um exercício fotográfico.
Retratos Cariocas é uma série de fragmentos do cotidiano da cidade do Rio captados em imagens nos últimos 6 anos. Em 2004 comecei a fotografar e como parte do exercício de olhar a cidade pela lente de uma câmera registrei algumas das imagens que estou aqui chamando de retratos. Alguns dos cliques eu nunca publiquei em nenhum lugar, primeiro por falta de espaço e segundo por considerar algumas das imagens como sendo apenas um exercício fotográfico.
Ontem, como já disse anteriormente, a Cia Marginal apresentou o espetáculo “Qual é a nossa cara?” na UNIRIO e eu fui convidado a contribuir com a cena que retrato instituições que atuam em favelas.
No meio da cena entra no palco um fotógrafo e pede para os atores encenarem o pedaço da peça. O fotógrafo pergunta ao menino personagem da cena o que o teatro mudou em sua vida. Como parte da cena o fotógrafo também fotografa a cena em cima do palco. De toda a cena eu fiz 15 imagens, mas só me atrevo a mostrar 7 fotografias.
O fato é que eu fiquei nervoso e metade das imagens tremeu, algumas sem foco e até mesmo sem enquadramento.
Cena instituições / Cia Marginal / Espetáculo “Qual é a nossa cara?”
Ontem a Cia Marginal apresentou o espetáculo “Qual é a nossa cara?” no teatro Pascoal Carlos Magno na Unirio.
Comparando o espetáculo com as apresentações anteriores é notório o amadurecimento do trabalho companhia.
Nos dias 6, 13 e 20 de novembro, a Companhia Marginal fará uma curta temporada no Teatro Glauce Rocha, no Centro do Rio de Janeiro, com o espetáculo “Qual é a nossa cara?”
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Exposição
Anne Frank no Museu
da Maré!
Data: 14 a 26 de Outubro
Local: Av. Guilherme Maxwell, 26 – Maré
A exposição conta a história de Anne Frank, durante a 2ª Guerra Mundial, onde descreve todo o seu sofrimento e sonhos em um diário. Relatando o Nazismo, a perseguição e o cotidiano do povo judeu e a violação dos Direitos Humano, naquele período.
"Para mim é totalmente impossível construir a vida sobre um alicerce de caos, sofrimento e morte. Vejo o mundo ser lentamente transformado numa selva, ouço o trovão que se aproxima e que, um dia, irá nos destruir também, sinto o sofrimento de milhões. E mesmo assim, quando olho para o céu, sinto de algum modo que tudo mudará para melhor, que a crueldade também terminará, que a paz e a tranqüilidade voltarão. Enquanto isso, devo me agarrar aos meus ideais. Talvez chegue o dia em que eu possa realizá-los!"
Nos dias 6, 13 e 20 de novembro, a Companhia Marginal fará uma curta temporada no Teatro Glauce Rocha, no Centro do Rio de Janeiro, com o espetáculo “Qual é a nossa cara?”. A temporada faz parte da programação do Território de Pertencimento, projeto do grupo Teatro de Anônimo para ocupação do Glauce Rocha entre outubro e dezembro de 2010. Para cobrir os custos da temporada, a Companhia realiza a primeira Feijoada Marginal, no sábado, 23 de outubro, às 14 horas. A Feijoada Marginal acontecerá no Centro de Artes da Maré, na rua Bittencourt Sampaio, 181, Nova Holanda, Maré, Rio de Janeiro. O preço é R$: 12,00 e quem comprar um vale-feijoada ganha um convite para a estréia do espetáculo no dia 6 de novembro.
Retratos Cariocas é uma série de fragmentos do cotidiano da cidade do Rio captados em imagens nos últimos 6 anos. Em 2004 comecei a fotografar e como parte do exercício de olhar a cidade pela lente de uma câmera registrei algumas das imagens que estou aqui chamando de retratos. Alguns dos cliques eu nunca publiquei em nenhum lugar, primeiro por falta de espaço e segundo por considerar algumas das imagens como sendo apenas um exercício fotográfico.
etratos Cariocas é uma série de fragmentos do cotidiano da cidade do Rio captados em imagens nos últimos 6 anos. Em 2004 comecei a fotografar e como parte do exercício de olhar a cidade pela lente de uma câmera registrei algumas das imagens que estou aqui chamando de retratos. Alguns dos cliques eu nunca publiquei em nenhum lugar, primeiro por falta de espaço e segundo por considerar algumas das imagens como sendo apenas um exercício fotográfico.
Agenda (Cultura, Diversão ETC) é uma iniciativa do Blog O Cotidiano. A agenda destina-se a divulgação de atividades (Culturais, Diversão, ETC) que ocorrem no bairro Maré.
#Agenda
(Cultura, Diversão, ETC)
Sábado (dia 16) outubro de 2010
“Uma Noite no Museu a festa”
Para quem não mora na Maré
Av Guilherme Maxwell é a rua da Passarela 7 da Avenida Brasil, o Museu fica em frente ao antigo SESI.
Mais informações entrar em contato com o telefone 2561 - 4604
Domingo (dia 17) de outubro de 2010
Na Praça do Parque União tem show ao vivo com Wesley dos Teclados
Confira a agenda das atividades da Praça do mês de outubro no endereço abaixo
etratos Cariocas é uma série de fragmentos do cotidiano da cidade do Rio captados em imagens nos últimos 6 anos. Em 2004 comecei a fotografar e como parte do exercício de olhar a cidade pela lente de uma câmera registrei algumas das imagens que estou aqui chamando de retratos. Alguns dos cliques eu nunca publiquei em nenhum lugar, primeiro por falta de espaço e segundo por considerar algumas das imagens como sendo apenas um exercício fotográfico.
Ontem fui vê o filme Tropa de Elite II. Confesso que gostei. Não gosto do I. Acho que o II toca nas chagas do Poder da Cidade do Rio de Janeiro.
O “sistema” é o assunto e a inconformidade do “Caveira” Capitão Nascimento com o “sistema” é a estrutura da narrativa do Filme. O “Caveira” descobre que o problema do “sistema” que ele combate se encontra na própria máquina do Poder, especificamente onde devia ser combatido, na Secretaria de Segurança Pública do Estado.
O filme coloca a imprensa como contraponto da força politiqueira. Ao meu ver o filme não problematiza a imprensa de uma forma que me agrada, acho que a imprensa deve ter lá suas sujeiras também, esse foi o ponto que menos gostei do filme. Talvez a imprensa seja assunto mais explorado no Tropa de Elite III.
Uma questão do filme muito criticada no Tropa de Elite I continua no II. Há por parte da obra uma exaltação da máquina eficiente em matar, o Bope. O Bope é apresentado como sendo a solução para o enorme problema de corrupção que “mina” toda a Polícia Militar da cidade, segundo a obra. A aprovação era visível na platéia que lotava os dois andares do Odeon, que durante a sessão aplaudiu varias vezes as atitudes do Capitão Nascimento.
Em linhas gerais a obra aborda um assunto que quem vive no cotidiano da cidade do Rio já sabe ou pelo menos suspeita do que acontece por trás das cortinas do Poder. Nem precisa ser especialista no assunto, as evidências são visíveis, principalmente para quem vive diretamente as questões colocadas no filme.
No I a favela é colocada como sendo onde ocorrem os problemas da cidade, já no II a questão se expandiu e deixa claro que os problemas ocorridos nas favelas do Rio tem origens em questões não resolvidas da Sociedade brasileira.
Este blog é editado pelo fotógrafo e Mestre em Antropologia Visual Francisco Valdean.
Um blog voltado para as temáticas: ARTE, CULTURA e processos EDUCATIVOS. Temas de interesse do autor.