30 de janeiro de 2011

Instalação "1 minuto"

Foto: Francisco César 
 






(Via @imagensdopovo) 
A instalação "1 minuto", da fotógrafa Anna Kahn, já está montada na sede do Observatório de Favelas. 
Rua Teixeira Ribeiro, 535, Maré (altura da passarela 9 )
Venha conferir!
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Banda Café Frio

MÚSICA NA MARÉ / Rock

Banda Café Frio na revista do Jornal O Globo 
 30 / janeiro / 2011
Reprodução
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Myspace da Banda
http://www.myspace.com/cafefrio/

28 de janeiro de 2011

Por ruas da favela Marcílio Dias


Hoje verificando alguns CDs antigos encontrei estas imagens de ruas da favela Marcílio Dias. São imagens do ano de 2005.



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Transporte público de Marcílio Dias 


 
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"Formada na antiga Praia das Moreninhas, entre os terrenos da Casa do Marinheiro e da fábrica Kelson, o Conjunto Habitacional Marcílio Dias iniciou seu processo de ocupação em 1948 com algumas famílias de pescadores que ergueram palafitas. Dentro da comunidade Marcílio Dias outras menores a integram: Mandacaru, Terra Nostra e Kelson". 
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OBS: As imagens foram captadas durante uma oficina de fotografia realizada por fotógrafos da Agëncia Imagens do Povo com jovens moradores de Marcílio Dias. As imagens acima foram captadas pelo meu grupo da oficina.

 

27 de janeiro de 2011

Exposição Totoma na galeria 535, Maré

Divulgando
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Fonte:

26 de janeiro de 2011

´1 minuto´ - Fotógrafa Anna Kahn

Divulgando
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´1 minuto´ na sede do Observatório de Favelas

Nos próximos dias 28 e 29 de janeiro a sede do Observatório de Favelas recebe a instalação “1 minuto”, da fotógrafa Anna Kahn, que expõe cenários cariocas atingidos pela violência das balas perdidas

A instalação é composta de um cubo onde são projetadas imagens que tem como cenário o Rio de Janeiro e os locais que receberam vítimas de balas perdidas. A obra é um garimpo de registros sistemáticos da violência na cidade feitos pela fotógrafa desde a década de 90. Segundo Anna, cada imagem desse trabalho pretende ser testemunha visual e silenciosa dessa brutalidade.

A jornalista Anna Kahn é carioca e estudou fotografia na School of Visual Arts, em Nova York. A obra que será exposta no Observatório esteve na última edição do Festival Internacional de Fotografia Paraty em Foco (2010).

Instalação “1 Minuto”, da fotógrafa Anna Kahn
Data: 28 e 29 de janeiro
Local: Observatório de Favelas do Rio de Janeiro
Rua Teixeira Ribeiro, 535, Maré – RJ.
Horários: 28/01 – 9 às 21h - 29/01 – 10 às 13h
Entrada Gratuita
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Fonte:
www.imagensdopovo.org.br

Ônibus - Transporte Público - Rio de Janeiro


Série - Fragmentos do Cotidiano
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Os ônibus da cidade do Rio transportam milhares de pessoas todos os dias, mas qual é a qualidade do serviço?

Eu, por exemplo, uso com freqüência a linha 665 (Pavuna ↔ Saens Pena) e tem dias, dependendo do horário e local, é quase impossível embarcar num ônibus da linha.

25 de janeiro de 2011

No morro Dona Marta ou Santa Marta?



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No último dia 20 o fotógrafo Ratão Diniz registrou no morro Dona Marta/Santa Marta: uma procissão em homenagem a São Sebastião (padroeiro do Rio) e também registrou  as atividade de um grupo de Folia de Reis da comunidade. 
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 O Blog O Cotidiano agradece ao fotógrafo Ratão Diniz por ceder as imagens 
que podem ser acessadas direto na página do fotógrafo no flickr
http://www.flickr.com/photos/rataodiniz/

24 de janeiro de 2011

Funk: expressão coletiva da favela

Roda de Funk "O canto do Galo"

Esquerda MC Leonardo / direita MC Pingo do Rap em apresentação na "Roda de Funk" realizada pela APAFUNK no último sábado (22/01/2011) na rua do Valão na favela da Rocinha.

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MCs: Galo e Smith presentes na roda de funk "O canto do Galo"

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Esquerda Mc Pingo do Rap / ao centro mc Leonardo / direita Mc Junior 

Momento de muita de emoção dos MCS e do público presente.
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Conforme a tarde caía, ao som do "batidão" os moradores se aglomeravam na rua do Valão. 


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A favela é plural e abriga expressões culturais variadas, ainda naquele dia (22) numa rua da Maré sobre um palco improvisado um grupo de forró se apresentava. Naquela mesma rua  no dia anterior aconteceu um baile funk e naquela mesma rua por vezes ocorre shows com grupos de pagode. Naquele dia na entrada da Rocinha se lia em um grande cartaz o anuncio de um show de pagode onde a atração principal era o pagodeiro Belo. A pluralidade das favelas é um fato que a generalização aniquila e  sem êxito tenta sufocar a expressão  musical mais latente que existe nas favelas cariocas, o Funk.

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 Galeria com fotos da Roda de Funk "O Canto do Galo"
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22 de janeiro de 2011

Rocinha: Roda de Funk "O canto do Galo"


Hoje, às  16hs Roda de Funk na Rocinha.

Fonte: 
http://apafunk.blogspot.com

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Postagem relacionada

Grito contra o muro da vergonha

21 de janeiro de 2011

Futebol e fim de tarde no morro da Baiana


No alto do morro da Baiana, no Conjunto de favelas do Alemão o fotógrafo Bruno Itan Registrou estas belas imagens de um jogo de futebol.

Quadra do morro da Baiana ao entardecer

  Favelas do Conjunto de favelas do Alemão visto do morro da Baiana

 Quadra do morro da Baiana durante o dia

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O blog O cotidiano agradece ao fotógrafo Bruno Intan que cedeu gentilmente as imagens 

20 de janeiro de 2011

Banho na laje no morro do Alemão



O cotidiano da favela pode ser leve e belo. Pelo menos é assim nas imagens do  jovem fotógrafo Bruno Itan. As crianças acima se refrescando num dia quente foi captada por ele no alto do morro do Alemão.

A cena simple, descontraída e alegre não tem qualquer relação com a ocupação policial e muito menos se relaciona com qualquer tipo de opressão lá existente. É simplesmente como é.
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"Complexo do Alemão"

Bruno Itan: um olhar de dentro do "Complexo do Alemão"


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O blog O cotidiano agradece ao fotógrafo Bruno Intan que cedeu gentilmente as imagens



19 de janeiro de 2011

Desastre em Teresópolis 2011

18 de janeiro de 2011

"Complexo do Alemão"


Na noite de "Révellon" o fotógrafo Bruno Itan, morador do morro do Alemão,  fez esta bela imagem da queima de fogos no Conjunto de favelas do Alemão.
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Bruno Itan: um olhar de dentro do "Complexo do Alemão"

Um olá a 2011

Réplicas da estátua da liberdade no Rio




Uma vez assisti uma entrevista do escritor Ariano Suassuna. Na entrevista o escritor falou que achava bizarro a réplica da estátua da liberdade na entrada de um shopping no Rio.

Dias atrás passando no local lembrei da entrevista e fiz com meu celular uma foto. A estátua fica numa das entradas do Barrashopping.
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Lembrei que tempos atrás havia feito uma fotografia de uma segunda réplica da estátua da liberdade no bairro Vila Kennedy.

17 de janeiro de 2011

Teresópolis: fragmentos de histórias

 


Três idosos saindo de uma trilha. No momento 
apareceu um soldado do exército e os ajudou
a atravessa uma área de difícil passagem

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Outras imagens dos bairros Posse e Campo Grande

Teresópolis: bairros Posse e Campo Grande

 

Teresópolis: fragmentos de histórias

 

Teresópolis: fragmentos de histórias


Teresópolis: fragmentos de histórias


Em um portão de uma casa abandonada encontrei imagens de crianças no portão, não consegui saber qualquer informação sobre as imagens, não sei se elas foram colocadas apos as chuvas ou se antes.
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Teresópolis: fragmentos de histórias

Ildebrando de 57 anos procurava documentos em meio ao mar de terra que invadiu sua
casa.



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Teresópolis: fragmentos de histórias

No bairro da Posse a primeira pessoa com quem falei foi com Eli de 42 anos, no momento ele ainda procurava a sua mãe (Marieta de 72 anos) que foi levada pelas águas. (Informações coletadas no sábado dia 15).


Na imagem da esquerda a casa onde 
a mãe de Eli morava. A areia cobriu quase toda a casa.
Na imagem da direita uma tv que pertencia a sua mãe.  

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Outras imagens dos bairros Posse e Campo Grande

Teresópolis: bairros Posse e Campo Grande

16 de janeiro de 2011

Teresópolis: bairros Posse e Campo Grande


Os bairros da Posse e Campo Grande em Teresópolis, foram dois bairros bastante atingidos pelas chuvas dos últimos dias na região serrana.

O bairro de Campo Grande ainda é um bairro de difícil acesso

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Moradores trocam informações sobre familiares e conhecidos. No lado esquerdo, Idelbrando de 57 anos, mora há 23 do bairro Posse conseguiu retirar toda a família em segurança, já a casa e uma Kombi em que trabalhava foram completamente destruidos.

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Soldados da Força Nacional e Exército no topo do bairro de Campo Grande.





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Moradores do Bairro de Campo Grande, tentam recuparar pertences. Neste ponto mais alto do bairro não se sabe ao certo quantas pessoas estão desaparecidas. Mesmo presentes, moradores reclamam que não estão (ontem) recebendo ajuda das equipes de homens da Força Nacional e Exército.

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Um olhar que desconhece o lugar pode achar que no lugar de todas essas pedras corria um grande Rio, mas não, aqui era o coração do bairro de Campo Grande. Os moradores dizem que não conseguem entender de onde saiu todas essas pedras. Esta área era a mais povoada do bairro e não se sabe se as pessoas e as casas foram levadas pela àgua ou se estão embaixo das pedras.
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 Da esquerda para a direita: (Maria da Conceição, Jarci Rodigues e Adelina Maria) todos moravam na rua Jose da Rocha. Os relatos são parecidos. Todos estavam em casa na noite em que tudo ocorreu. Não perderam famíliares, mas dizem que muitos vizinhos morerram ou ainda estão desparecidos.
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Moradores retiram o que restou de suas casas
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No bairro da Posse existem muitas mansões e pousdas, já no bairro de Campo Grande há uma quantidade maior de moradias "simples".