1 de maio de 2013

Neste dia do trabalho, será que os trabalhadores tem alguma coisa para comemorar?



No ano de 2011 o economista Marcio Pochmann, na época presidente do (Ipea) Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada fez a seguinte declaração em um seminário na cidade de Curitiba.

“Os brasileiros pobres que estudam e trabalham são verdadeiros heróis. Submetem-se a uma jornada de até 16 horas diárias, oito de trabalho, quatro de estudo e outras quatro de deslocamento. Isso é mais do que os operários no século XIX.”

Para além do mais a precarização do trabalho e dos salários é sentido no dia-a-dia, vemos isto todos os dias pelas ruas de uma cidade como o Rio de Janeiro. Jornada dupla dos trabalhadores do transporte público, os inúmeros trabalhadores que tentam ganhar a vida como camelô pelas ruas da cidade e mais uma infinidade de precarização de outros segmentos do trabalho.

Foto: Francisco Valdean

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