23 de junho de 2019

Exposição Domingos de Sol



  
 Exposição montada no espaço de artes Bela Maré.

 Exposição montada no espaço de artes Bela Maré.

25 de novembro de 2018

Entrevista com a atriz Grace Passô - Festival de Inverno da UFMG, 2018

 Equipe de produção da entrevista com a atriz mineira Grace Passô.


Entrevista produzida na residência Laboratório de ComunicaAção: relatos sobre o 50º Festival de Inverno da UFMG. Uma residência artística inspirada na experiência do projeto Imagens do Povo/Observatório de Favelas, uma experiência de comunicação popular desenvolvido no Complexo de Favelas da Maré no Rio de Janeiro. 

Professor Francisco Valdean é atualmente coordenador do projeto Imagens do Povo/Observatório de Favelas. É também mestre em Antropologia Visual pelo Programa de Pós-Graduação em Ciências Sociais (PPCIS-UERJ).
 Assista aqui a entrevista completa com a atriz:



Assista aqui a lista completa de todos os vídeos produzidos pelos alunos da UFMG durante a residência:

Exposição "ENTRE MARÉ E ALEMÃO: relatos visuais do cotidiano"




Maré e Alemão são os maiores conjuntos de favelas da cidade do Rio de Janeiro.  Contudo as semelhanças não param por aí. Vizinhos de bairro, esses dois gigantes e “Complexos” tem muito mais em comum do que podemos imaginar. A exposição apresenta os dois complexos de favelas através de uma perspectiva poética fotográfica.

A mostra reuniu uma seleção de 17 fotografias - produzidas por dez fotógrafos (as) moradores de ambos os complexos de favelas - nesta obras os autores narram aspectos vida cultural, religiosa e cotidiana dessas localidades na última década.  

Em geral, as regiões faveladas são representadas, ou apresentadas, pelo estereótipo da pobreza, ou da violência, mas nesta mostra fotográfica a proposta propõe uma rota diferente: apresentando ao espectador uma favela pulsante e afetuosa. Busca uma experiência visual onde a documentação da vida cotidiana é o foco narrativo.

As cenas aqui representadas são de uma favela que brinca de bola, solta pipa, pula carnaval, assiste a jogos de futebol no meio da rua ou em bares. Uma favela que circula em transportes alternativo, uma favela artística e também profundamente religiosa. 


Curador: Francisco Valdean
Fotógrafos:
Betinho Casas Novas, Bira Carvalho, Bruno Itan, Francisco Valdean, Josiane Santana, Marcia Farias, Monara Barreto, Rodrigues Moura, Rosilene Miliotti e veri vg,

Realização: Imagens do Povo / Observatório de Favelas e Sesc.

 

2 de abril de 2018

MEMÓRIA VISUAL DA MARÉ

Em 1980/1981 a antropóloga Clarice Peixoto esteve na Maré realizado pesquisas sobre a Vila do João e a retirada das palafitas da Maré. Neste período a pesquisadora realizou registros fotográficos importantes para a memória visual das favelas da Maré.

Compartilhamos com os leitores da página Maré-RJ algumas destas imagens da Maré dos anos 80. Desde já agradecemos à antropóloga por ceder as imagens para compartilharmos com moradores da Maré.

Pesquisador Francisco Valdean.

As imagens pertencem ao acervo da Antropóloga Clarice Peixoto.








24 de março de 2018

Nova escola de Ensino Médio em tempo integral na Maré


Por Hélio Euclides

Entrou em funcionamento, na Nova Holanda, o Colégio Estadual Professor João Borges de Moraes, com a oferta de Ensino Médio em tempo integral, dando ênfase ao Empreendedorismo Aplicado ao Mundo do Trabalho. O Colégio é uma conquista do Coletivo Maré que Queremos, formado por todas as 16 Associações de Moradores da Maré. Para este ano letivo, foram ofertadas 80 vagas para a 1ª série do Ensino Médio e ainda há oportunidades para quem deseja estudar na Instituição.

Os alunos, Pablo Felipe, Maria Carolina e Deborah estão animados com a meta da nova Escola, que visa o crescimento do cidadão | Foto: Elisângela Leite

Os alunos terão aulas sobre como superar desafios, empreender e abrir negócios, e carga horária adicional em Português, Matemática e Inglês. A iniciativa tem a parceria do Sebrae, que formará os professores da Rede estadual em Empreendedorismo, e do Instituto Ayrton Senna. “Além das disciplinas normais, os alunos farão parte do Núcleo Articulador, que reúne Projeto de Vida, Projeto de Intervenção e Pesquisa, Estudos Orientados e Empreendedorismo”, informa a coordenadora pedagógica Marinalva Velasco.

Por ser o primeiro ano de funcionamento, a Escola passa por alguns ajustes para atender os alunos. “Esse ano a meta é criar duas turmas completas. Os profissionais que atuam aqui são remanescentes do movimento popular, moradores e ex-moradores. Isso enfatiza o compromisso com o direito social à Educação Pública de qualidade para todos”, afirma o diretor Marcelo Belfort.


Uma escola diferente

Os novos alunos se surpreenderam com a meta da nova Escola que, além da questão acadêmica, impulsiona o desejo de crescimento do cidadão. “Os professores nos incentivam a estudar e a desejarmos uma Maré melhor. Nos transformamos em multiplicadores, para levar o que aprendemos aos outros. Nessa Escola entendemos que há violência onde moramos, mas que é necessário um outro olhar, de um lugar de coisas positivas. Essa é a primeira Escola que nos dá força para agir”, afirma a estudante Maria Carolina Nascimento, de 15 anos de idade.
Pablo Felipe, também com 15 anos, não conseguiu vaga em nenhuma escola que queria, e também não desejava estudar à noite, por receio da violência na cidade. Uma amiga de sua mãe recomendou o Colégio da Maré: “no começo, achei muito estudar das 7h às 16h, mas me acostumei. Gostei daqui, pois os professores nos ajudam a pensar, a ser pessoas pensantes”. “Desejamos quebrar o paradigma de que lá fora é melhor, de que aqui é só um novo Colégio. Para isso, temos bons profissionais, o corpo docente formado por 10 professores, que visam refletir o amanhã, que mostram a importância de se apropriar do território, de transformá-lo”, lembra a diretora-adjunta Viviane Couto. Ela explica que o objetivo do Colégio é desenvolver um projeto de gestão coletiva, com alunos, professores, responsáveis, instituições, associação de moradores e equipe gestora.


Três anos de Escola fechada

O Maré de Notícias, na Edição 54, de junho de 2014, noticiava a construção de um colégio estadual. As obras começaram no mesmo ano, mas foram três anos de espera. “A Associação cuidou para não depredarem a Escola, ou virar um condomínio. Para o funcionamento, pedimos ajuda à Redes da Maré e, dessa forma, conseguimos inaugurar”, lembra o presidente da Associação de Moradores de Nova Holanda, Gilmar Rodrigues.

O diretor da Redes da Maré, Edson Diniz, acrescenta que no passado os moradores reivindicavam uma escola de Ensino Médio Integral, desejavam uma opção de boa educação, uma possibilidade para os jovens estudarem próximo de casa: “a parceria da Redes da Maré, Associação de Moradores e Secretaria Estadual de Educação nasceu da necessidade de colocar a Escola para funcionar. Estamos estruturando essa parceria para fortalecer essa Escola, já que muita gente nem a conhece ainda”.


 Minha escola tem um nome

João Borges de Moraes nasceu em Alvinópolis (MG), em 1911. Lecionou em instituições educacionais do Rio de Janeiro e foi diretor do Colégio Lemos Cunha. Em 1989, recebeu da Câmara Municipal o título de Cidadão Carioca.



SOU DO TEMPO EM QUE...



Três amigos se reúnem para bater um papo descontraído sobre as memórias de moradores da Maré.
Este é o clima do segundo vídeo “Sou do tempo que...” da série #1minutodaMaré, gravado com atores e atrizes da Cia Marginal para o projeto #Marédecultura.

Interpretação e adaptação: Geandra Nobre, Jaqueline Andrade e Phellipe Azevedo.

Filmagem, direção e edição Gê Vasconcelos

Cenário: interior do barraco sobre palafitas na exposição do Museu da Maré.
Para conhecer o trabalho do Museu acesse https://www.facebook.com/museudamare/.
 
Nós do projeto #Marédecultura agradecemos ao Museu da Maré por ceder seu espaço para a locação do vídeo. Agradecemos também a Cia Marginal pela participação no projeto.
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Projeto #MARÉDECULTURA é realizado pelo blog O Cotidiano e as páginas Maré - RJ e Favela Fiscal. 

ESTE VÍDEO É UMA OBRA DE FICÇÃO BASEADA EM MEMÓRIAS RELATADAS POR MORADORES E EX-MORADORES DA MARÉ.
Ver menos

23 de março de 2018

SOU DO TEMPO EM QUE...




Neste vídeo da série #1minutodaMaré, do projeto #Marédecultura, convidamos o ator Rodrigo Souza, da Cia Marginal, para interpretar fragmentos de suas memórias e da memória coletiva da Maré.

Para conhecer o trabalho da Cia Marginal acesse: https://www.facebook.com/ciamarginal/
Para conhecer o trabalho do Museu acesse https://www.facebook.com/museudamare/


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Projeto #MARÉDECULTURA realizado pelo blog O Cotidiano e as páginas Maré - RJ e Favela Fiscal.

22 de março de 2018


No último dia 17 de março ocorreu mais uma edição do Samba Pontilhão*. 
Este evento reúne duas gerações de sambistas, grupo Nova Raiz e No Lance, a noite foi agradável e regada de música boa!

*Pontilhão é um espaço cultural embaixo do Viaduto que liga  Linha Amarela ao campus da Cidade Universitária.


Fotos: Francisco Valdean 

#arte
#cultura







21 de março de 2018

Marcha Marielle presente! Hoje e sempre!

No último domingo ( 18/03) por volta de 5 mil pessoas marcharam por ruas da Maré para homenagear a vereadora Marielle e Anderson, ambos assassinados no dia 14 deste mês.

A vereadora Marielle Franco se criou na região da Maré e atuava politicamente em prol da região.

Fotos: Francisco Valdean

Marcha Marielle Presente! Hoje e sempre! Meré, 18/03/2018. Foto: Francisco Valdean.


Marcha Marielle Presente! Hoje e sempre! Meré, 18/03/2018. Foto: Francisco Valdean. 

Marcha Marielle Presente! Hoje e sempre! Meré, 18/03/2018. Foto: Francisco Valdean. 

Marcha Marielle Presente! Hoje e sempre! Meré, 18/03/2018. Foto: Francisco Valdean.






13 de novembro de 2017

A laje na favela e sua função social


A laje na favela tem funções sociais. Na publicação deste ensaio fotográfico do projeto #Marédecultura temos a honra de replicar este  belo registro do fotógrafo AF Rodrigues sobre as lajes, o artista lança um olhar especial sobre as atividades culturais que ocorrem em lajes da localidade Nova Holanda, Maré.
Entre os assuntos registrados pelo artista encontramos: banho de mangueira, churrasco, jovens empinando pipas, secagem de roupas ou brincadeiras de adolescentes em geral.

Souza e Barbosa (2013) ao analisarem aspectos culturais envolvendo a habitação nas favelas dizem o seguinte a respeito do uso das lajes: “Outra função central para a habitação é sua condição de ponto de reunião de diversos grupos familiares [...] Nesse quadro, por exemplo, a possibilidade de possuir uma laje abre grandes possibilidades em termos de herança familiar, reserva de valor econômico e espaço de lazer, de congraçamento de grupos diversos”.

OBS: AS IMAGENS AQUI APRESENTADAS SÓ PODEM SEREM VEICULADAS COM A AUTORIZAÇÃO DO AUTOR.
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#MARÉDECULTURA
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10 de novembro de 2017

Pescadores da Maré

Neste ensaio fotográfico do projeto #marededultura recebemos a contribuição da fotógrafa mareense Elisângela Leite, a artista direciona seu olhar para o registro das muitas manifestações culturais da região da Maré, a prática da pesca na região ainda mobiliza muitos moradores. 

Confiram o belíssimo ensaio fotográfico produzido a respeito do universo dos pescadores locais.










Todas as fotografias aqui exibidas só podem ser públicadas com a autorização da autora.

9 de novembro de 2017

Por Ruas da Nova Holanda

Ensaio fotográfico produzido por Bira Carvalho
Bira Carvalho, um fotógrafo morador da Maré que volta seu olhar para o registro do cotidiano das ruas da Nova Holanda, e o resultado é um registro único, onde a vida pulsante das ruas da Nova Holanda tem vez. Bira capta a simplicidade do vai e vem das agitadas ruas, das brincadeiras de skats, dos cultos religiosos, dos trabalhadores, registra ainda as manifestações artísticas e políticas. O fotógrafo registra uma Nova Holanda longe dos estereótipos. Bira é nosso convidado do mês de agosto do projeto #MARÉDECULTURA e compartilha conosco alguns de seus registros das ruas da Nova Holanda.
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As fotografias aqui exibidas só podem serem utilizadas mediante a autorização do autor. 

17 de julho de 2016

Banda Algoz lança CD em show na Lona Cultural da Maré



Na região da Maré existem alguns grupos musicais do género rock, a banda Algoz é um dos principais grupos deste género na região. O show de lançamento do CD “Algoz” ocorreu no dia 15/07/2016 na Lona Cultural na Maré.
                             
Sobre o show replicamos aqui uma fotografia seguida de comentário de Paulo Barros: 

“5 anos de trabalho árduo, muitas viagens, sonhos, a perda de um amigo, mas no final das contas valeu a pena. Ontem foi a noite de coroação de um trabalho que foi feito por pessoas que são trabalhadores, não desacreditam no seu potencial, lutam para fazer o underground forte e incluem a Favela no circuito de rock do Rio”.

Para ouvir o trabalho musical da banda Algoz clique aqui:
Foto: Paulo Barros

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16 de julho de 2016

Anarriê da paz

Com mais de 30 anos de história, uma das festas juninas mais tradicionais da Maré é o “Arraiá da Paz”, no Parque União. Antes, o evento era na Rua da Paz, em frente à antiga capela. Tradicionalmente, as pessoas que frequentam a Paróquia ensaiam e preparam apresentações das quadrilhas. Crianças, jovens e adultos se enfeitam e dançam ao som das tradicionais musicas Dominguinhos, Luiz Gonzaga, entre outros.

As fotos são da apresentação (11/06/2016) da quadrilha dos casais.

Para saber mais sobre o projeto leia a "Carta aos nossos leitores"http://migre.me/ulSwl.

Fotos: Rosilene Miliotti
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